Demonstração pública de afeto.
"Que saudade de você, mon amoour!
Eu lembro de você toujours.
Oui, oui, dói aussi.
És em mim, pequeno souvenir."
(20/03/10)
Eu lembro de você toujours.
Oui, oui, dói aussi.
És em mim, pequeno souvenir."
(20/03/10)
Imperativo.
Olhe pra mim e perceba o quanto eu quero provar que um e um somos nós. Olhe novamente e sinta meu desejo de quebrar o teorema e transformar a igualdade em singular.
Se meus passos continuarem lentos demais, perdoe. Eu insisto em permanecer em teu caminho apenas por me recusar a sair dele. E recusarei tanto quanto me recusas.
Enjoe de palavras melosas assim como eu já enjoei das minhas.
Da conspiração láctea, exija precisão. Os astros erraram, mais uma vez, o seu destino e eu tenho andado distraidamente cansada. Seja como for, peça pra ser.
Olhe pra mim.
Uma vez, duas, três...
Olhe pra mim.
Vire os olhos e revire-os.
Olhe pra mim.
Eu sei, olhe bem, um e um será sempre um.
Pra cada lado.
Se meus passos continuarem lentos demais, perdoe. Eu insisto em permanecer em teu caminho apenas por me recusar a sair dele. E recusarei tanto quanto me recusas.
Enjoe de palavras melosas assim como eu já enjoei das minhas.
Da conspiração láctea, exija precisão. Os astros erraram, mais uma vez, o seu destino e eu tenho andado distraidamente cansada. Seja como for, peça pra ser.
Olhe pra mim.
Uma vez, duas, três...
Olhe pra mim.
Vire os olhos e revire-os.
Olhe pra mim.
Eu sei, olhe bem, um e um será sempre um.
Pra cada lado.
Passatempo.
Estamos jogando "sufoque".
Quem sufocar com algo que quer dizer - mas não diz-, PRIMEIRO, vence!
Atenção: o felizardo ganhador tem sua garganta cortada para a verificação dos jurados (todo procedimento está dentro do regulamento e é garantido pelo SQS, sistema de qualidade sufoque, além de não causar nenhum dano ao sortudo, haja vista que ele está morto).
A cerimônia de premiação acontece segundos após a confirmação do júri.
Todos os perdedores estão automaticamente convidados.
A próxima rodada começará em dois minutos. Há resistência dos participantes quanto ao item "cortar a garganta" e tal...
Quem sufocar com algo que quer dizer - mas não diz-, PRIMEIRO, vence!
Atenção: o felizardo ganhador tem sua garganta cortada para a verificação dos jurados (todo procedimento está dentro do regulamento e é garantido pelo SQS, sistema de qualidade sufoque, além de não causar nenhum dano ao sortudo, haja vista que ele está morto).
A cerimônia de premiação acontece segundos após a confirmação do júri.
Todos os perdedores estão automaticamente convidados.
A próxima rodada começará em dois minutos. Há resistência dos participantes quanto ao item "cortar a garganta" e tal...
Eu já levei choque.
Muita gente já levou choque.
Basta ter sido criança uma vez pra conhecer a sensação. Ou não. Adultos também levam choque.
Eu sei. Todo mundo sabe.
Nunca gostei de levar choque. Qual a graça?
Eu sabia que não gostava de levar choque nas tomadas e lâmpadas e chuveiros e computadores...
Mas eu não sabia que iria querer levar um.
E foi assim.
Quando eu sentia o arrepio percorrendo meu corpo, fechava os olhos e os apertava...
"Um, dois, três, qua-tro, ciiiiiiiiiiiinco, 678910."
Eu cedia.
"-Vai, pensamento! Vai atrás dele! Revira-te e sossega. Vai..."
Faz muito tempo.
Era tarde e eu olhava a janela.
A rouquidão invadiu meus ouvidos.
Eu fazia careta.
A eletricidade me tomou.
Não lembrava mais como era...
Despedacei.
Enquanto durmo.
Com os olhos fechados...
Meu corpo treme.
O sono não chega.
O vento geme.
O frio me aborda.
Espreito a janela, encosto a porta.
Eu sei que ela vem.
E espero.
Me viro do avesso pra te esconder.
A chuva ameaça.
O tempo não passa.
?
!
A vontade me invade.
Tardiamente, ele volta.
Passo a chave na porta e a noite amanhece.
Nada acontece.
A chuva, enfim, cai.
Amanhã, você não vem.
Aperto meus olhos, vasculho a minha mente.
Aperto o gatilho.
Escolho outro alguém.
Você não sai.
Derrotada, desisto.
Então, me levo embora, enquanto a chuva cai.
A rua chora.
Abro os meus olhos...
Você não sai.
Meu corpo treme.
O sono não chega.
O vento geme.
O frio me aborda.
Espreito a janela, encosto a porta.
Eu sei que ela vem.
E espero.
Me viro do avesso pra te esconder.
A chuva ameaça.
O tempo não passa.
?
!
A vontade me invade.
Tardiamente, ele volta.
Passo a chave na porta e a noite amanhece.
Nada acontece.
A chuva, enfim, cai.
Amanhã, você não vem.
Aperto meus olhos, vasculho a minha mente.
Aperto o gatilho.
Escolho outro alguém.
Você não sai.
Derrotada, desisto.
Então, me levo embora, enquanto a chuva cai.
A rua chora.
Abro os meus olhos...
Você não sai.
Velha mania.
Você tem andado bem ausente.
Às vezes, eu até tento lembrar seu cheiro.
É inútil, claro, mas eu tento mesmo assim.
Nem sei se ele ainda é o mesmo.
Que diferença faz?
Nem sei se você é o mesmo.
Talvez o seu gosto tenha mudado.
E o perfume também.
E se o seu gosto tiver mudado, você também deve estar diferente.
É... deve ser.
Que diferença faz?
Só queria arrancar você do meu peito e lhe guardar nessas palavras.
Na verdade, eu não quero lhe arrancar de nada.
Nem lhe guardar em lugar algum.
Você está bem, aqui.
Como dizer não?
Procura-se placa para promover desconforto.
Tinta vermelha para chamar a atenção do público não pagante.
Localização apropriada (uma avenida bem movimentada, por exemplo).
Você.
Talvez eu não deva lhe chamar tão cedo.
Ou tão tarde.
"Não"
...
Passando pela avenida, você vai encontrar: "não".
Irá reconhecer que é meu.
Isso basta.
Esse "não" está bom pra você?
História dela.
O batuque era tão forte que o peito dela parecia rasgar...Quando ouvi ao telefone que ela já não era mais só, quase saltei!Era, definitivamente, a última notícia que esperava.O telefone tocou tão inocentemente, como das outras vezes...Era ela!Ainda era a mesma!Mas como podia?Era tão... diferente!O susto só não foi maior que a alegria.Era tão feliz ouvir tamanha felicidade.Por um momento, tive até inveja, mas era mesmo tão feliz aquilo tudo!E foi.Durante algum tempo, eu até esqueci que o que estava acontecendo eratão novo pra ela quanto para todos ao seu redor.Mas era tão... normal.Não sei se foi o tempo, as coisas ou as pessoas.O que eu sei é que o batuque cessou.O telefone tocou um pouco mais que o habitual....Ela é feliz.O telefone ainda toca.O batuque vai voltar.Ainda tem carnaval.
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