Não me visite.
Eu vou sair.
Perder o tempo.
Desperdiçar minha vontade.
Gastar meu amor.
Fique, se assim quiser.
Ou vá.
E me olhe.
De lírios.
E antes de dormir?
E quando não tem tempo?
E quando me vê?
E quando esquece?
E quando ignora?
E se deixa pra depois?
E se me chama a atenção?
E se não fala?
E se demora?
E se pergunta?
E se não sabe?
E se calou?
Dormindo?
Agora?
Pensa???
E quando não tem tempo?
E quando me vê?
E quando esquece?
E quando ignora?
E se deixa pra depois?
E se me chama a atenção?
E se não fala?
E se demora?
E se pergunta?
E se não sabe?
E se calou?
Dormindo?
Agora?
Pensa???
Pra que curar?
Eu não vou deixar. Não vou deixar curar o som que ele traz. Nem tapar meus ouvidos toda vez que o ouvir. Nem fechar meus olhos quando ele passar. Nem cruzar os meus dedos pra ele ir embora. Eu quero que ele fique. Quero muito mais agora.
Não temerei a tristeza. Deixarei que ela machuque com toda a força que ela puder dedicar-me. Se me doer será só um pouquinho. E desse pouquinho já provei.
Eu não vou mudar meu paladar. E que o gosto dele não espere liberdade. Minha saliva matará minha sede. E ,sendo assim, precisarei cada vez menos do sabor. Mas jamais irei retirá-lo do meu cardápio.
Não vou curar minha vontade de lembrá-lo. Jamais irei me atrever. Eu não deixarei curar a ferida, pois jamais se abrira uma. E da vontade farei companheira.
Quando eu esquecer do som, da ansiedade, do sabor, da vontade...
Ainda me restará ele.
E pra que me curar dele?
Não temerei a tristeza. Deixarei que ela machuque com toda a força que ela puder dedicar-me. Se me doer será só um pouquinho. E desse pouquinho já provei.
Eu não vou mudar meu paladar. E que o gosto dele não espere liberdade. Minha saliva matará minha sede. E ,sendo assim, precisarei cada vez menos do sabor. Mas jamais irei retirá-lo do meu cardápio.
Não vou curar minha vontade de lembrá-lo. Jamais irei me atrever. Eu não deixarei curar a ferida, pois jamais se abrira uma. E da vontade farei companheira.
Quando eu esquecer do som, da ansiedade, do sabor, da vontade...
Ainda me restará ele.
E pra que me curar dele?
Aqui, já não cabe.
Já não guardo mais espaço pra esse querer.
Ele tem vontade.
Tem pressa.
E aguarda.
Já nem pergunto.
Ele tem disscursso.
Tem promessas.
E quer.
Já nem nego.
Ele tem capricho.
Ele tem capricho.
Tem distância.
E não alcança.
Já nem peço.
Ele tem receio.
Tem certeza.
E não é.
Já não cabe.
Ele sabe.
E invade.
E não é.
Já não cabe.
Ele sabe.
E invade.
A mágica do viver em sete letrinhas. (BLAJYME)
Fomos o plural mais bem posto na frase.
Fomos a fase.
Fomos a cor dos dias cinzentos.
Fomos a dança.
Fomos o julgamento.
Fomos o certo que de tão certo parecia errado.
Fomos o encontro.
Fomos a foto da parede.
Fomos o abraço.
Fomos os pedaços.
Fomos o círculo.
Fomos a verdade.
Fomos a história.
Fomos a vontade.
Fomos a intenção.
Fomos o cansaço.
Fomos as palavras.
Fomos o sorriso aberto.
Fomos o amor delicado.
Fomos o amor rasgado.
Fomos o ontem.
Fomos culminância.
Fomos a maresia.
Fomos a folia.
Fomos os segredos.
Fomos a canção.
Fomos a beleza.
Fomos o grego.
Fomos.
Fomos
Fomo
Fom
Fo
F
Éramos.
Éramos sete.
Seremos.
Sejamos!
(à vocês)
Fomos a fase.
Fomos a cor dos dias cinzentos.
Fomos a dança.
Fomos o julgamento.
Fomos o certo que de tão certo parecia errado.
Fomos o encontro.
Fomos a foto da parede.
Fomos o abraço.
Fomos os pedaços.
Fomos o círculo.
Fomos a verdade.
Fomos a história.
Fomos a vontade.
Fomos a intenção.
Fomos o cansaço.
Fomos as palavras.
Fomos o sorriso aberto.
Fomos o amor delicado.
Fomos o amor rasgado.
Fomos o ontem.
Fomos culminância.
Fomos a maresia.
Fomos a folia.
Fomos os segredos.
Fomos a canção.
Fomos a beleza.
Fomos o grego.
Fomos.
Fomos
Fomo
Fom
Fo
F
Éramos.
Éramos sete.
Seremos.
Sejamos!
(à vocês)
Certos olhares não lhe contemplam.
E ai você descobre que está perdendo tempo com o inútil.
Perdendo o sabor.
Perdendo os sentidos.
E só perder não tem graça.
Romance.
Aquela reviravolta no estômago dela avisa: Ele chegou.
O cd é trocado.
Agora uma baladinha anos 60 envolve o ambiente.
E os olhares se tornam inocentes.
Quase sente-se o cheiro que podia ser de morango ou chocolate. Algo deliciosamente convidativo.
A dança se inicia.
Dois pra lá... Dois pra cá...
Olhos nos olhos...
Dois pra lá... Dois pra cá...
-Finally, together!
Dois pra lá... Dois pra cá...
-Forever, baby!
(O filme termina)
O cd é trocado.
Agora uma baladinha anos 60 envolve o ambiente.
E os olhares se tornam inocentes.
Quase sente-se o cheiro que podia ser de morango ou chocolate. Algo deliciosamente convidativo.
A dança se inicia.
Dois pra lá... Dois pra cá...
Olhos nos olhos...
Dois pra lá... Dois pra cá...
-Finally, together!
Dois pra lá... Dois pra cá...
-Forever, baby!
(O filme termina)
Vaga.
Precisa-se de pedreiro!
Alguém que saiba unir com uma massa forte blocos de ideologias.
Alguém que alinhe os muros de concreto da ignorância.
Alguém que use a força bruta para convencer os corruptos.
Alguém que seja hábil com a marreta para poder derrubar as porcarias já construídas.
Alguém que saiba unir com uma massa forte blocos de ideologias.
Alguém que alinhe os muros de concreto da ignorância.
Alguém que use a força bruta para convencer os corruptos.
Alguém que seja hábil com a marreta para poder derrubar as porcarias já construídas.
Pequena poeta. Grande reflexão. ( Besteiras parte 2)
Era uma vez...
Uma janela!
Ela se sentia muito bem.
As coisas iam bem.
A luz do sol lhe fazia muito bem.
A chuva era uma boa amiga e caia gentilmente, refrescando-a.
Não há mal algum em ser uma janela, pensou ela.
Certo dia, seu Zé, o dono da casa, resolveu retirá-la e refazer a parede para colocar um lindo quadro recém-comprado numa galeria de arte.
A casa, que era bem arejada, ficaria mais bointa e sofisticada e ninguém sentiria falta de UMA janela.
"Era uma vez uma janela. Ai, veio o dono da casa e matou ela"
Já dizia a pequena poeta de seis anos que reside lá em casa.
Uma janela!
Ela se sentia muito bem.
As coisas iam bem.
A luz do sol lhe fazia muito bem.
A chuva era uma boa amiga e caia gentilmente, refrescando-a.
Não há mal algum em ser uma janela, pensou ela.
Certo dia, seu Zé, o dono da casa, resolveu retirá-la e refazer a parede para colocar um lindo quadro recém-comprado numa galeria de arte.
A casa, que era bem arejada, ficaria mais bointa e sofisticada e ninguém sentiria falta de UMA janela.
"Era uma vez uma janela. Ai, veio o dono da casa e matou ela"
Já dizia a pequena poeta de seis anos que reside lá em casa.
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