Aquela reviravolta no estômago dela avisa: Ele chegou.
O cd é trocado.
Agora uma baladinha anos 60 envolve o ambiente.
E os olhares se tornam inocentes.
Quase sente-se o cheiro que podia ser de morango ou chocolate. Algo deliciosamente convidativo.
A dança se inicia.
Dois pra lá... Dois pra cá...
Olhos nos olhos...
Dois pra lá... Dois pra cá...
-Finally, together!
Dois pra lá... Dois pra cá...
-Forever, baby!
(O filme termina)
Vaga.
Precisa-se de pedreiro!
Alguém que saiba unir com uma massa forte blocos de ideologias.
Alguém que alinhe os muros de concreto da ignorância.
Alguém que use a força bruta para convencer os corruptos.
Alguém que seja hábil com a marreta para poder derrubar as porcarias já construídas.
Alguém que saiba unir com uma massa forte blocos de ideologias.
Alguém que alinhe os muros de concreto da ignorância.
Alguém que use a força bruta para convencer os corruptos.
Alguém que seja hábil com a marreta para poder derrubar as porcarias já construídas.
Pequena poeta. Grande reflexão. ( Besteiras parte 2)
Era uma vez...
Uma janela!
Ela se sentia muito bem.
As coisas iam bem.
A luz do sol lhe fazia muito bem.
A chuva era uma boa amiga e caia gentilmente, refrescando-a.
Não há mal algum em ser uma janela, pensou ela.
Certo dia, seu Zé, o dono da casa, resolveu retirá-la e refazer a parede para colocar um lindo quadro recém-comprado numa galeria de arte.
A casa, que era bem arejada, ficaria mais bointa e sofisticada e ninguém sentiria falta de UMA janela.
"Era uma vez uma janela. Ai, veio o dono da casa e matou ela"
Já dizia a pequena poeta de seis anos que reside lá em casa.
Uma janela!
Ela se sentia muito bem.
As coisas iam bem.
A luz do sol lhe fazia muito bem.
A chuva era uma boa amiga e caia gentilmente, refrescando-a.
Não há mal algum em ser uma janela, pensou ela.
Certo dia, seu Zé, o dono da casa, resolveu retirá-la e refazer a parede para colocar um lindo quadro recém-comprado numa galeria de arte.
A casa, que era bem arejada, ficaria mais bointa e sofisticada e ninguém sentiria falta de UMA janela.
"Era uma vez uma janela. Ai, veio o dono da casa e matou ela"
Já dizia a pequena poeta de seis anos que reside lá em casa.
Vem cá...
Eu quero o lírico.
O meu, o eu, o teu...
Eu quero o etílico. (Ainda que este não me sacie)
Eu vou invadir tuas esquinas, tua blusa, tua calça...
Você que me aprecia na surdina vai me querer de graça!
Quando você resolver se entregar, eu vou cruzar a avenida e deixar meu bloco trasceder.
Dessa vez serei eu.
Por enquanto, é você.
Eu vou querer os teus sentidos.
Eu já os quero, vem cá...
No cantinho do meu olho, você vai ficar.
Poetas verdadeiros escreverão sobre nós dois.
Sobre como o teu amor é verdadeiro, sobre como eu te deixo pra depois...
Poetas, não eu.
E as palavras seguem se repetindo...
Agora eu grito, Venha cá!
Até tua blusa e esquinas serem minhas...
No cantinho do meu olho, você vai empoeirar ;)
O meu, o eu, o teu...
Eu quero o etílico. (Ainda que este não me sacie)
Eu vou invadir tuas esquinas, tua blusa, tua calça...
Você que me aprecia na surdina vai me querer de graça!
Quando você resolver se entregar, eu vou cruzar a avenida e deixar meu bloco trasceder.
Dessa vez serei eu.
Por enquanto, é você.
Eu vou querer os teus sentidos.
Eu já os quero, vem cá...
No cantinho do meu olho, você vai ficar.
Poetas verdadeiros escreverão sobre nós dois.
Sobre como o teu amor é verdadeiro, sobre como eu te deixo pra depois...
Poetas, não eu.
E as palavras seguem se repetindo...
Agora eu grito, Venha cá!
Até tua blusa e esquinas serem minhas...
No cantinho do meu olho, você vai empoeirar ;)
Furtei as horas pra te deixar dormir um pouco mais...
Ouvi o ruído das estrelas, enquanto morava no teu silêncio...
Droguei-me no pouco que foste, alimentando-me dos beijos teus...
Agora, te julgas feliz e dizes por aí que jamais fora.
-
Sê feliz, meu querido, como não pude fazer-te.
Espero lembrar-te com um imenso carinho, pra sempre.
Ouvi o ruído das estrelas, enquanto morava no teu silêncio...
Droguei-me no pouco que foste, alimentando-me dos beijos teus...
Agora, te julgas feliz e dizes por aí que jamais fora.
-
Sê feliz, meu querido, como não pude fazer-te.
Espero lembrar-te com um imenso carinho, pra sempre.
Vá solidão...
Quero dizer o quanto questiono tua existência, solidão.
Sozinho, vejo as paredes me acolherem.
Sinto o aconchego dos braços do meu sofá.
O cafuné do meu travesseiro é confortante.
Sigilo meus temores dentre lençóis, pelúcias e sono.
Encontro-te de passagem, solidão.
Sou forte o bastante pra não ser tão só de querer tua companhia.
E fraca para tê-la.
Teu encontro me revela que nem existes!
Como sozinho se tenho a ti?
És desagradavelmente presente.
Quando um grande amor se vai, aqui estás.
Quando os amigos voltam pra casa, aqui estás.
Quando o telefone já nem toca, estás.
E, ainda que eu tenha tudo isso, não hesitas em me visitar.
Devo questionar se me adoras?
Apesar de tua fidelidade quero que vá.
Mas volte para me dizer como estás sem mim.
Não quero que sintas o que sinto agora, solidão.
Posso consolar-te, assim como o fez.
Mas preciso que vá.
Tenho que ir lá fora.
Sentir.
Ouvir.
Volte, solidão...
Talvez encontres a porta aberta.
Não use a tua chave, pois trocarei a fechadura.
Só me permitirei certas visitas.
Mas volte...
Volte pra mim com o mesmo desejo que te mando embora.
Nunca tive alguém que me quisesse tão bem.
Vá.
E se alguém ousar questionar tua existência direi que foste minha por inteira.
Sozinho, vejo as paredes me acolherem.
Sinto o aconchego dos braços do meu sofá.
O cafuné do meu travesseiro é confortante.
Sigilo meus temores dentre lençóis, pelúcias e sono.
Encontro-te de passagem, solidão.
Sou forte o bastante pra não ser tão só de querer tua companhia.
E fraca para tê-la.
Teu encontro me revela que nem existes!
Como sozinho se tenho a ti?
És desagradavelmente presente.
Quando um grande amor se vai, aqui estás.
Quando os amigos voltam pra casa, aqui estás.
Quando o telefone já nem toca, estás.
E, ainda que eu tenha tudo isso, não hesitas em me visitar.
Devo questionar se me adoras?
Apesar de tua fidelidade quero que vá.
Mas volte para me dizer como estás sem mim.
Não quero que sintas o que sinto agora, solidão.
Posso consolar-te, assim como o fez.
Mas preciso que vá.
Tenho que ir lá fora.
Sentir.
Ouvir.
Volte, solidão...
Talvez encontres a porta aberta.
Não use a tua chave, pois trocarei a fechadura.
Só me permitirei certas visitas.
Mas volte...
Volte pra mim com o mesmo desejo que te mando embora.
Nunca tive alguém que me quisesse tão bem.
Vá.
E se alguém ousar questionar tua existência direi que foste minha por inteira.
Assinar:
Postagens (Atom)